quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Outra vez dois casamentos (*) Agosto de 2012

Só que desta vez foram, os dois, do mesmo casal.

Foi assim, para quem ainda não sabe :  a empresa decidiu,  com consentimento do funcionário, levá-lo para Londres. Para que a companheira, minha nora, possa  seguir junto, deveriam legalizar a união estável deles. Decidiram então fazer também um casamento comemorativo, como planejavam para daqui a um ano. Com pouco mais de um mês para organizar. E não seria possível coincidir civil  e cerimonia, pois este, o civil,  seria avisado com dois a três dias de antecedência, pelo cartório. E não queriam separar os dois casamentos por mais de um ano de intervalo.











Perfeito. Tudo mesmo, sem ressalvas.  No civil,  e depois  no comemorativo/ religioso. Desde as palavras do celebrante, um jovem amigo kardecista ,como a noiva, sem incomodar ao noivo que se crê ateu , numa  ambientação delicada e impecavelmente decorada,. comida como deve ser, musica e danças  e principalmente, alegria, dos noivos, seus amigos e famílias,  para essa "união assegurada pela eternidade ", conforme disse o celebrante.
 Sobre  o segundo, 10 dias depois,  eu  já  havia  POSTADO  AQUI  Em  "No 11   de agosto de 2012",  que é parte do que foi no  FB  e depois dali ao blog,  onde foi complementado.

As fotos abaixo  compartilhei do FB  da Cecilia. Ela fotografou, mas os(as)  modelos são " da minha agência"





(*) Link para dois casamentos...de dois anos atras.
e mais AQUI  e   AQUI

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Em Julho são três aniversários


Na verdade  quatro, pois a Janaína também comemorou com a Cacá

embora seu dia mesmo coincida com o da Vanessa.












E nesse  Julho  ainda teve a visita da Celina e da Helena





...  que  alem da praia  foram sequestradas para um passeio  
em Friburgo







domingo, 19 de agosto de 2012

De um mesmo movimento houve então um segundo encontro

Quando íamos saindo de Campos do Jordão, para voltar para casa,  toca o telefone, maravilha móvel. Vamos para Visconde de Mauá !  Encontros  por lá !
Encontro da Vanessa com águas geladas de um rio
 Incrível paixão, essa, que nem o frio, nada  faz com que não sejam unos.


 Só mesmo essa paixão, para superar aquela, tirar da água...


Encontro curioso de nenens  curiosos, um e  outro


E depois o encontro  definido  ao telefone

Irmãs já mães, se encontram,  com seus filhos

 Mãe/Vó e Filha/ Mãe,  que há bom tempo mal se viam, excesso de trabalho. Encontro  frequentemente os netos, enquanto a Mãe-Filha viaja para trabalhos  e cursos,  que também estavam nesse encontro quase surpresa.

De repente, eu estava ali perto, ela ali tambem. Subi a serra. Simples assim. Há centenas de quilometros das casas  de cada uma, que distam centenas de quilômetros entre si.  Triangulados.



Mais sobre isso, pode começar descobrindo  AQUI  e depois seguindo  outros links   e  a  postagem anterior, abaixo....Ou ainda  AQUI TAMBÉM  e mais, AQUI

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Toda a historia já está por aí

Mata a cobra ,  mostra o pau; fala da viagem, relata  o motivo, conta "causos" mas não mostra afinal o encontro ? Então tá, aqui está .














( algumas fotos minhas. outras da Vanessa )

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sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Estranhos seres



Não tenho pratica com gatos. Sempre fui " cachorreira".  Desde bebê. Contavam-me meus avós que quando nasci, um cãozinho que pertencia ao meu avô, mudou-se de casa e foi ficar sob meu berço, selecionando com rosnados aqueles que podiam se aproximar de mim. Poucas vezes de minha vida fiquei sem cães. E frequentemente tinha mais de um, como legitima descendente do vô Miguel, Recentemente cheguei ao absurdo de ter 10, uma tremenda confusão, pois alguns se odiavam entre si, trabalheira, gastos com cercas dividindo quintal em casa alugada.
 Mas vim falar de gatos.  Já tive alguns em casa, mas sempre pertenciam a algum filho e minha relação com eles era apenas a de providenciar alimentos. Estrategicamente, já que haviam cães e se a gata desse bobeira, seria comida, ou brinquedo. Alguns sequer tiveram nome, ou, se os tinham, eu desconhecia. Eram " gato(a)" ou " branquinha", " preto".  Ah! Lembro do " Minduim ".
Uma grande amiga tem alguns poucos gatos e sempre que a visito, visito também os bichanos, alguns se chegam, outros de longe. Lembro-me sempre de minha bisavó materna, que amava os gatos e eu ao visitá-la tolerava aqueles seres que classificava de chatos se enroscando em minhas pernas. Tolerava, por amor à Vó Petronilha. Tão velhinha, tão lúcida e inteligente, moderna. Foi a única pessoa que não crucificou minha mãe quando esta teve a ousadia de separar-se. Por coisas assim, aceitava seus gatos em meu colo.
 Estes bichos passaram a entrar em minha vida por serem predadores naturais de camundongos.
Acontece que na casa de um filho e sua família, surgiu uma gata. Jaguatirica, disseram. Arisca, medrosa.  E  certo  tempo depois, outro. Minha nora, que entende desses seres afirmou  ser o segundo um macho. Meu filho  foi viajar e me pediu para dar uma ajuda no pomar, rega, coisas assim, que agora inclui alimentar os bichanos. Que simplesmente devem estar me achando o máximo, ou interesseiros como se diz que são os gatos, percebendo que eu distribuo a ração, me seguem como cachorrinhos. A branca sequer tem medo dos respingos de água da mangueira. Quando fica forte, sacode, sacode  e volta a me ...usar. E eu sigo experimentando mais essa. Decidi chamá-los  YIN  e  YANG, embora o macho preto seja meiomuito pachorrento para yang, mas...



segunda-feira, 13 de agosto de 2012

E o buquê da noiva veio parar aqui em casa



Aos que sabem do meu pânico de festas isso é aterrador. Foi assim,  a Vanessa, que está solteira mas em um relacionamento sério com seu filho, o Arthur  nem escreveu seu nome na barra da saia da noiva - costume que eu desconhecia  e nem foi tentar pular para pegar o buquê, apenas ficou ali, olhando. Pulos, braços esticados, algo como um toque de bola e o buquê arremessado e rebatido caiu sob  a mesa onde Vanessa estava. Ela, conhecida por representar o conceito  LENTA,  disse que olhou para um lado, olhou para o outro  e ninguém vinha , então, sem querer, abaixou e  pegou o buquê.
Ai que medo !  Espero convencê-la que um casamento na praia, de dia,   é melhor, antes que ela encontre o noivo.


Algo mais sobre  as emoções desencadeadas pelo  casamento  do Tote, aqui   e  aqui

sábado, 12 de maio de 2012

AGRADEÇO  A QUEM  RESTAUROU !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


QUE SUA VIDA SEJA SEMPRE ILUMINADA !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
BOSTA  DE NOVO  BLOGGER  ME FEZ  PERDER  MEU MODELO ANTIGO !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

QUERO RESTAURAR MEU   ORIGINAL  E NÂO  CONSIGO !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
 ALGUEM ME PERGUNTOU  SE EU TINHA CAPACIDADE  PARA  APRENDER ESTA PORCARIA NOVA ????????????????????????????????

 EU QUERO MEU BLOG  COMO ERA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Sob encomenda


 O blog   " VARAL de IDEIAS"  está postando um tal  " Sua foto no varal "  e para participar da brincadeira, tive que esperar alguem, no caso meu fotógrafo de sempre, o Gabriel  chegar aqui, para ser fotografada.. Que não viu, o Davi ali no cantinho...

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

? ? ?

???


SE eu " experimentar a interface atualizada do blogger  "  e não gostar, posso voltar ?  Ou será como um mergulho no escuro ?


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domingo, 4 de dezembro de 2011

FELIZ NATAL DE 2011 !!!! VIVAAAA!!!! MAS É TUDO TÃO PESSOAL !!!



Tenho, como  muita gente, começado a pensar no Natal.  Parte porque antecipei por brincadeira com os meninos a montagem da decoração de casa. Parte por estar em um processo de mudanças aceleradas de vários aspectos de minha vida, o que promove necessidade de revisão de alguns modelos ao que estou aferrada tradicionalmente. Minha concepção crítica do que venha a ser esta festa quase puramente capitalista  versus  a 'integração em um espirito que move muita gente e que quando um componente de um grupo  está fora', enfraquece o todo, está balançando mais do que nunca.  Confuso ?  É  na real, o seguinte: não gosto do que é o Natal, mas faço Natal. decoração, festas, presentes, como boa consumista do mundo capitalista, economizando com compras de produtos comunistas. Hipocrisia total. Má fé. E aí fico estressada, né.
Então venho querendo usar este Natal para algo grandioso. Um perdão amplo geral e irrestrito...
 ARGH !  EU AINDA  NÃO CONSIGO !!!!!!!!!!!!  Tenho pouquíssimos dias para conseguir esta espécie de  Yom Kippur  cristão em uma tradição que reinvento para mim mesma.  Mas tenho tantos rancores justificados acumulados, tenho medo de ao afastá-los não conseguir sustentar-me. Porque são justificados, estão na base do que é uma atitude ética. Erraram feio, e pisaram na bola comigo e eu não lhes desejo mal... - tá uns dois eu ainda desejaria ver "justiçados" sofrendo o que  fizeram sofrer -  mas não estou preparada para o perdão de perto. Deveria, sabe lá o " astral" se este não é meu último Natal ?  Alguns desta lista eu até gostaria de ter perto, trazer mais crianças à esta festa. Mas pensar no olhar que terei que enfrentar, me dá asco. Não sou capaz ainda. Me presenteio então, não concedendo o perdão, chá amargo, presente no fundo indesejado, porém útil no momento. Não sei, aquela fase difícil onde as condições passam a ter peso equivalente. De qualquer forma cada ganho acarretará uma perda, cada caminho escolhido afasta do outro caminho.
Mas comecei meu Festival de Dezembro no dia 30 de novembro, apesar de ter programado para dia 20, logo antes do Natal, no Solstício.  Fui visitar, de repente, sem planejar, uma pessoa muito querida. e fiquei muito feliz em revê-la  e relembramos as histórias, e lembrei-me dos ótimos natais de plantão em hospitais, comemorando com pessoas queridas como Silviinha.. E ontem, por acaso, assim,    Tamyres e Vanessa ( Arthur  in) aqui, fomos passear em uma praia nova que nenhuma de nós conhecia e  almoçar num lugar que faz parte da nossa tradição festiva desde que frequentamos a região, antes de vir morar por aqui, daqueles lugares especiais, e de frente para o mar em Búzios, uma moqueca.... Hummm...  Hoje tem mais festa , um dos filhos chegando,  mais gente se encontrando.


 Preparamos a decoração ,os netos se foram, voltaram para casa, trabalho minha dificuldade, o equívoco a que chamam solidão. Trabalho também   cumprindo compromissos assumidos há muito, muito tempo, com os filhos,  mas passeio, aproveito cada minuto de minha vida construindo felicidade.


quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Males do coração


Desde quando criança, meus interesses foram as questões ligadas ao ser humano, suas condições físicas e existenciais. E afirmo, sem falsa modéstia que aprendi muito. Sei mais sobre o assunto do que a maioria dos profissionais da área, que eu conheço/conheci. Porque tive e tenho o privilégio de entender esses fenômenos sob uma ótica multidisciplinar. Atrevo-me a dizer, mesmo, sob uma ótica transdisciplinar, desde antes de ter ouvido esse conceito.
Antes de se caracterizar doenças como apenas um estado de desequlíbrio físico químico como pretende a ciência, deve-se considerar, à maneira das tradições outros aspectos que causam esse desequlíbrio, ou a maneira da ciência, atingir as causas do problema. Nas tradições  dizia-se, por exemplo, que doenças do pulmão, eram decorrentes de paixões tristes, o sufismo diz que doenças são consequências de relações exageradamente emocionais com os objetos de desejo. E hoje, com a descoberta dos neurotransmissores e suas influências sobre o sistema imunológico, alem de formador (?) de emoções,  e do conhecimento admitido por grande parte dos oncologistas de que a maior parte dos cânceres surgem após graves perdas sofridas pelo paciente, como óbitos de entes queridos, perdas de bens materiais, cada vez mais deve-se compreender esses processos sob varias óticas. sem esquecer dos aspectos metafísicos da existência. É essencial descobrir-se o ponto onde houve desarmonia entre a matéria e o espirito.
É  por isso que meu medicamento preventivo de doenças é óleo diesel. No motor do carro. Porque
fala-se nas causas das doenças cardiovasculares, mas eu acho que  o pior e talvez a causa de todas seja a saudade. 

quinta-feira, 16 de junho de 2011

NOVIDADES

Provàvelmente tudo que se classifica como novidade surge de certo modo inesperadamente. Alguma até assusta pela condição em que se manifesta. Quem - como - poderia imaginar que alguem com 21 anos pràticamente, universitária, iria engravidar sem querer ? Ato falho ? ou nem tanto, ato intencional, omitida a intenção ? O fato é que uma gravidez deveria ser sempre motivo de alegria e não de apreensão e desespero. Mas aí está, absorvido o choque inicial secadas as lágrimas que correram por dias, vou ter outro neto. Ou neta. As questões que angustiam : quem irá trabalhar para sustentar e abrigar esta nova vida que se apresenta? Eu, a velhinha doida? Certamente, quem mais seria se a grávida não trabalhava ainda e assim, não irá poder trabalhar tão cedo. Uma vida que chega interrompendo outros projetos de vida, modificando, transformando tudo. Dá para perceber que ainda não consegui digerir esta doideira. O ...pai, não sei se irá assumir como pai, a filha estava pensando em terminar o namoro considerando a irresponsabilidade dele, quando surge isso. Irresponsabilidade dele? Ou deles ?  E se o tal pai assumir pode ser pior, já que não é muito chegado a coisas como trabalho, coisas assim. Permanecer o dia na praia é muito melhor, porque não encontra nenhum emprego digno de sua...(in) capacidade. Irá um filho transformar um caráter ? Pelo que observei ao longo de minha vida, e lidei profissionalmente com centenas de casos assim,( quem lê e não sabe, fui obstetra tôda minha vida profissional,) os homens não mudam por um filho. E grande parte das mulheres tambem não. Faltam 15 dias para o prazo que dei para que decidam o que vão fazer, para que eu possa decidir o que eu vou fazer. Vontade de fugir. Se não fossem os outros filhos, confesso que teria fugido já. Um ano ou dois, voltar com tudo efetivamente consumado. Mas não sou de fugir, sou a idiota que assume responsabilidades. Até o fim. E abusam. Não, a maioria respeita e reconhece, até tenho recebido recompensas ( i ?) merecidas. Ah ! Merecidas sim, afinal se sou uma mãe nota 7,5, sou muito fraca em cozinha, irrito-me com facilidade, fui um pai nota 10. Mesmo usando palavrões como adjetivos ou instrumentos de alívio para crises de desespero. Sei, erro nisso, deveria ter maior autoicontrôle, mas tenho muitos defeitos, alem desses e trabalho esta vida tentando minimizá-los. Mas o .pai... Ooops, doador de sptz dos meus filhos, nunca assumiu sua responsabilidade, nem durante o casamento, nem quando por isso o casamento acabou, em nenhum momento, mesmo quando diante de grandes dificuldades, como doenças.
Fazer o que ? Calma, paciência, que no final tudo fica bem, dizem e se não está ainda é porque não é o final. Pensando bem, tomara que não seja mesmo, pois ainda quero experimentar muitas coisas, mesmo tendo que arrastar agora correntes mais pesadas. ( Como é que vou viajar como preciso porque gosto, se tiver que ficar para a ...idiota terminar seus estudos ?) Eu mereço, só se tem o que se merece, porque , tambem quase acredito nisso, fizemos nossas escolhas antes da vida encarnada.


 Aumentaram minhas dores, volto a sentir náuseas, mal consigo ingerir algum alimento, o que pode até ser positivo, andei engordando novamente os dois ultimos anos. Lenta e perceptìvelmente. Então, penso, é engartar minha pollyanna e seguir em frente.
(foto: maio de 2011, já com o neto(a)  e eu não sabia, em Frade, distrito de Macaé)

sábado, 7 de maio de 2011

LUTO



Se difícil é entender o que estou sentindo, parece-me impossível explicar. Mas quem sabe esta tentativa ajude-me a chegar perto de respostas.`
Pensava estar tranqüila em relação a isso, afinal, não se perde o que não se tem, e há muito tempo sentia-me órfã de mãe. Acontece que quando da morte material dela, morreram comigo esperanças que eu mal intuía possuir e sequer alimentar, de que um dia essa realidade fosse revertida, um dia, acordariamos com a consciência de que eu precisava ainda dela, não pelo hoje, mas para preencher, mesmo com atraso, um imenso vazio em meu coração. E nesse dia milagroso, eu poderia entender muito do que sou. Mas acabou. Repentinamente sou colocada ante a realidade de que conto comigo. Com os filhos(as) também, certamente, mas estes são galhos, folhas e até frutos. Eu, um tronco com raiz fraca e que agora e como sempre foi precisa sustentar-se de pé pela sua força exclusivamente ajudada pelo equilíbrio dos ramos, mas sem nada anterior a mim.
Contraditório, aparentemente ao que minha razão aponta, da necessidade de compreensão do menor, do mais fraco, que no caso seguramente não sou eu, embora tão fraca a ponto de cometer tantos erros. Mas tão forte ao ponto de exigir de mim muito, muito mais do que exigi de outros.
Mas não me lembro de jamais ter-me sentido tão só e por isso também muito triste.
PROCURO UMA CLAREIRA, UMA OCARA, UM ESPAÇO, PARA ENCONTROS E TROCAS

BEM VINDO !

AQUI SEGUEM OS RELATOS DAS MINHAS AVENTURAS E DESVENTURAS, SÒZINHA OU COM MINHA FAMÍLIA ONDE MUITOS NÃO GOSTAM DA MATA OU DE MIM.

Reinício em 11/02/2011